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Arquivo da Categoria ‘iniciativas verdes’

A era dos Lohas

1, setembro, 2010 Carina 1 comentário

Tais consumidores, bem delineados dentro do mercado, receberam até um nome específico: Lohas (Estilos de Vida de Saúde e Sustentabilidade, na sigla em inglês), batizados pela empresa The Marketing Insider. A empresa de pesquisa de mercado americana traçou um perfil desse público e apontou que a maioria dos Lohas são mulheres, de alta escolaridade e dispostas a pagar 20% a mais por produtos que lhes ofereçam mais qualidade e uma beleza mais “verde”.

Entre seus itens preferidos estão alimentos e produtos de beleza orgânicos, materiais de limpeza biodegradáveis e lâmpadas de baixo consumo de energia. Esses consumidores prezam por valores como economia sustentável, estilo de vida alternativo, mais ecológico e saudável  e crescimento pessoal. Quando compram, eles observam quesitos como ética, sustentabilidade ambiental, direitos humanos, comércio justo e desenvolvimento pessoal e espiritual.

Todas as etapas do processo de produção, comercialização e descarte também são analisadas antes da escolha e até tentativas de greenwash (o discurso ambiental vazio e sem ações concretas por parte das empresas) são observadas e banidas.

Brasileiras à frente

Segundo a pesquisa, esse mercado está em crescente expansão e nos próximos três a dez anos, 38% dos consumidores americanos devem migrar para esse perfil.

No Brasil, uma pesquisa realizada pelo Sebrae detectou as principais características dos consumidores do chamado Comércio Justo (relação comercial que promove a ética nos negócios, da produção do material até a chegada ao consumidor final). Os resultados apontam que a faixa etária está entre 25 e 50 anos, são pessoas das classes A e B, formado majoritariamente por mulheres e que valorizam o design dos produtos.

E se alguém ainda pensa que moda sustentável é coisa de hippie ou de naturalistas, Ana Cândida dá o conselho.

- Precisamos de pessoas com atitudes empreendedoras, que busquem informações, soluções, dispostas a pesquisar, inovar, tentar, tentar novamente e quebrar pedras para construir o novo, fazer um trabalho de base, reconstruir o estrutural.

Osklen e Stella McCartney fazem roupase acessórios com tecidos e processos pouco agressivos ao meio ambiente (Foto: Divulgação) Osklen e Stella McCartney fazem roupase acessórios com tecidos e processos pouco agressivos ao meio ambiente (Foto: Divulgação) 

 

Quando começou a ganhar destaque, no início do século 21, a moda responsável apareceu como alternativa para quem queria uma vida mais sadia. O segmento fashion se consolida a cada dia como uma verdadeira revolução no estilo e na consciência dos consumidores de moda.
Para a fundadora do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco, “o vestir é um ato cotidiano e assim também pode ser a nossa consciência, presente diariamente”.

Iniciativas que prezam por tecidos e materiais menos agressivos ao meio ambiente, como o algodão orgânico (sem agrotóxicos ou corantes químicos), a fibra de garrafas PET e de cânhamo, são cada vez mais comuns. Ações que agregam ao vestuário o estímulo à economia solidária, através do trabalho em parceria com cooperativas ou grupos familiares de trabalhadores rurais, também surgem como ondas e se fazem cada vez mais presentes no dia a dia fashion.

E toda essa mudança, que tem balançado a indústria mundial da moda, tem um motivo: um novo tipo de consumidor consciente, responsável direto pela lucratividade do segmento e disposto a pagar mais caro por produtos que carreguem valores de responsabilidade socioambientais ao seu estilo.

Vi no “Ecodesenvolvimento”

Lixo à venda!

23, agosto, 2010 Carina Sem comentários

Um supermercado da Califórnia, localizado na praia de Venice, desenvolveu uma campanha inovadora visando conscientizar os banhistas do local:

Toda espécie de lixo encontrada nas areias foi recolhida, devidamente embalada e depois colocada à venda em uma prateleira especial denominada “Catch of the Day” (“A pesca do dia”).

Confiram o resultado abaixo:

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A polêmica foi tão surpreendente quanto as fotos de Chris Jordan!

Até a próxima…

Reutilizando escadas

11, agosto, 2010 Carina 1 comentário

Há quem nem repare nas “insignificantes” escadas, muitos nem tem em casa. Para uns são muito úteis, outros nem tanto, mas de insignificantes, elas podem se transformar em bonitos (e úteis) objetos de decoração.

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Na sala:

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Porta-revistas

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Porta-Jornais

Na cozinha:

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Estantes para utensílios

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Para pendurar utensílios

Na biblioteca:

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Estante para livros

No quarto:

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Cabideiros

No banheiro:

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Porta-toalha

No jardim:

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Para pendurar vasinhos com plantas

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Para pôr velinhas e flores

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Estante para utensílios de jardinagem

Veja as imagens e inspire-se. Quem sabe você não acaba lembrando de uma velha escada que possui e fica com vontade de trazê-la para dentro de casa e colocá-la em um lugar onde todos possam ver?
Até a próxima…
Vi no “Jardinaria”

Cadeira de garrafas PET recicladas

2, agosto, 2010 admin 1 comentário

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A cadeira foi produzida a partir de 111 garrafas plásticas recicladas

Quando você recicla uma garrafa plástica, você está fazendo algo de bom, mas quando você recicla 111 delas, está fazendo algo sensacional. Esta foi a frase que inspirou a empresa americana Emeco, conhecida pelo design de seus móveis feitos a partir de alumínio reciclado, a construir a 111 Navy Chair, uma cadeira construída com garrafas PET recicladas.

O número que está no nome da cadeira não foi colocado a toa: Para a produção do produto foram utilizadas 111 garrafas PET recicladas e uma mistura de outros materiais como pigmentos e fibra de vidro para reforçar a estrutura. A empresa contou com a parceria da marca Coca-Cola, e se inspirou nas formas da Emeco Navy, criada em 1944 pela marinha americana.

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A cadeira é resultado da parceria da empresa Emeco com a Coca-cola

“O objetivo do projeto foi alterar o comportamento do consumidor, unindo o valor do PET com um design bonito resultando em um produto de uso diário, além de incentivar a reciclagem” disse o representante da Coca-Cola em seu site oficial.

A página oficial da 111 Navy Chair na internet acrescenta que a cadeira possui cinco anos de garantia estrutural e ainda vem em várias cores como vermelho, branco, verde entre outras.  Assista abaixo o vídeo oficial de divulgação da 111 Navy Chair clicando aqui.

Ótima iniciativa dessas empresas, parece pouco, mas de garrafa em garrafa podemos fazer muitas coisas e ajudar o planeta!

Vi essa matéria no “Ecodesenvolvimento”.

Roupas de fibras naturais

30, julho, 2010 admin Sem comentários

As roupas que utilizam fibras naturais, ou seja, o processo natural sem o uso de quaisquer substâncias químicas nocivas; são consideradas uma das melhores opções para o consumidor consciente.

Enquanto que o uso de produtos químicos é inevitável durante o processamento de materiais orgânicos, nas de fibras naturais não só há a utilização de materiais orgânicos, mas também garante que não haja produtos químicos usados para criar o vestuário. Além disso, o método de transformação e criação é feita manualmente ou com a ajuda de equipamentos simples.

Algumas fibras naturais usadas hoje de menor impacto na natureza são a seda, o linho e o rami.

A aquisição de fibras orgânicas porém, beneficia o ambiente de uma forma mais indireta. Ajuda a diminuir o uso de pesticidas assim como quaisquer doenças relacionadas com a química, como efeitos secundários em plantas. Há tantas opções de tecidos ecofriendly, como o bambu, o algodão e a lã orgânicos e os naturais que não há nenhuma razão para não mudar para fibras sustentáveis e uma vida mais verde.

seda
Linho

Rami

Como transformar lixo em dinheiro

11, março, 2010 Tani Sem comentários

Um jeito criativo de reaproveitar produtos?  Usando resíduos agrícolas. É o que uma empresa carioca faz: Banana, palmito e juta – em vez de sobras, lucros.

A Fibra Design gera R$ 500 mil ao ano, fazendo belos produtos de baixo impacto ambiental, e se prepara para um salto (o faturamento deve aumentar 70%, segundo o diretor comercial Bernardo Ferracioli) tendo investido R$ 280 mil com a construção da sede própria.

Um dos objetivos da empresa é também o lucro social: “O desenvolvimento de materiais só faz sentido se pudermos ajudar as comunidades locais. O Bananaplac, por exemplo, tornou-se uma nova renda para artesãos do Vale do Ribeira (SP)”, conta o responsável pelo planejamento estratégico, Thiago Maia. Ele, de 25 anos, Bruno Temer (27 anos)  e Pedro Themoteo (26 anos) começaram as pesquisas de materiais ainda na faculdade de desenho industrial.

Produtos como o skate Folha Seca e a bicicleta Chico foram feitos a partir de compostos com resíduos agrícolas. Exemplos:

skate folha seca

mesa pupunha
ecoprancha

bicicleta infantil

banana plac

Fonte: Revista Pegn

belos produtos com baixo impacto ambiental

Propaganda verde da Suécia

9, fevereiro, 2010 Jessica Sem comentários

Nossos amigos suecos criaram uma forma bastante curiosa para chamar a atenção das pessoas que viajam de avião, mas que de alguma forma tem que chegar ao aeroporto.

É uma propaganda elaborada com o intuito de incentivar os passageiros a irem até o aeroporto de ônibus ao invés de carro. Fazendo um cálculo médio, se a cada 50 (cinquenta) passageiros temos 50 (cinquenta) carros, dá pra imaginar quanto gás carbônico é liberado na nossa atmosfera? O que a propaganda quer, é criar certo impacto e chamar à atenção de que um único ônibus leva essas mesmas 50 (cinquenta) pessoas ao mesmo destino poluindo muito menos!

Essa propaganda fez muito sucesso na Suécia e também deveria ser adotada aqui.

O vídeo mostra detalhes de como essa propaganda foi feita e qual sua repercussão. Vale a pena conferir.

Li no meioambienteeetc.blogspot.com

Até a próxima.

Papel Semente

9, dezembro, 2009 Jessica 5 comentários

Sustentabilidade não é tendência, é realidade!
Depois do plástico solúvel em água, agora é o “papel semente” que vem com força para dar sua contribuição ao meio ambiente trazendo uma solução para o pós-consumo, reduzindo a agressão do homem ao planeta.
Imagine um papel que, após o seu uso, possa ser plantado e dele germinem flores!
Isso mesmo. Criado pela ONG Papel Solidário, no início de 2008, a equipe de desenvolvimento do Instituto Papel Solidário fez o produto passar por vários testes de qualidade antes de ser aprovado para a comercialização. Com as mesmas características de um material reciclado artesanal ele apresenta um marcante diferencial: ele tem vida!
Durante o seu processo de fabricação, este papel especial recebe sementes diversas que são introduzidas no seu corpo e permitem que, depois de utilizado, seja plantado.
O PAPEL SEMENTE é reciclado, artesanal e biodegradável, sem nenhum processo químico na sua fabricação. É ecológico feito do resto de aparas de papel de gráficas e do lixo de papel das empresas e residências, coletado por cooperativas de catadores. Pode ser utilizado na confecção de brindes e vários produtos como envelopes, caixas, embalagens, convites, cartões, crachás, folders, tag’s para roupas e outros produtos, contribuindo com o consumo consciente e tornando-se um diferencial no que diz respeito a sustentabilidade e responsabilidade ecossocial para o consumidor e empresas. Ao invés de jogar o papel no lixo como de costume após sua utilização, ele deve ser molhado e plantado em terra fértil.

Li no www.minhaarvore.com/noticias.html
Busquei informações em: Embalagem Sustentável , Papel Semente e Papel Solidário

Plástico solúvel em água

3, novembro, 2009 rodrigo 2 comentários

Sabemos que o plástico é um dos grandes vilões da poluição de nosso meio ambiente. Uma quantidade de 1000 kg de plásticos, por exemplo, leva entre 200 e 450 anos para se decompor, além de contaminar o solo e as águas e colocar em risco a vida de inúmeros animais.

Pois bem, a revista britânica Creative Review aposta em uma solução que pode ser revolucionária. Sua edição de novembro será embalada em um plástico biodegradável, atóxico, e que simplesmente se dissolve na água. A novidade faz parte da linha Harmless Packaging, da empresa Cyberpac.

O processo é feito por micro-organismos que comem o material e com a ajuda de várias enzimas o transformam em dióxido de carbono, água e biomassa. O plástico se dissolve rapidamente (preferencialmente em água quente) e não causa danos ao meio ambiente pode até ser consumido (apesar do gosto horrível, eca!)

plastico_biodegradavel_agua

Esperamos que a novidade, caso seja mesmo tão bom quanto parece,  espalhe-se e logo torne-se padrão mundial. Não seria ótimo?

Vi primeiro no Brainstorm 9, e depois no Planeta Sustentável tem mais informações.

Turismo sustentável

2, novembro, 2009 Tani Sem comentários

O blog Mochilão Sustentável inovou e quer provar que viajar a turismo causando o mínimo impacto negativo no ambiente é possível! Ou pelo menos, deve ser tentado. Estamos acompanhando a jornada e a Marília Moschkovich, de 22 anos, está se saindo muito bem.

Ela já escolheu o destino (França), colheu informações, deu dicas de guias de viagem onde se pode comprar online somente o capítulo que lhe interessa, comprou as passagens pela internet e já fez o orçamento.

Um pequeno FAQ saído direto do blog:

  • O que é Turismo Social?
    Turismo Social é quando você viaja não somente para ver belas paisagens ou descansar, mas para conhecer novas culturas, participar temporariamente da vida de comunidades, enfim, conhecer a sociedade no lugar onde você está. Há até mesmo aqueles que participam de projetos junto a comunidades e isso também é Turismo Social.
  • O que é Turismo Sustentável?
    Turismo Sustentável é quando a viagem causa o mínimo impacto no ambiente a na comunidade que acolhem. Deve-se prestar atenção a diversos fatores como o tipo de produtos utilizados, os meios e transporte, vestimenta, etc.
  • O que seria então, ó raios, Turismo Social Sustentável?
    Turismo Social Sustentável seria nada mais nada menos do que um Turismo Social (viaja-se para conhecer a sociedade) que cause o mínimo impacto no ambiente e a comunidade que acolhem. O impacto causado deve ser sempre positivo.
  • De onde veio a idéia para o blog?
    Estou  planejando uma viagem no ano que vem, e quero que seja uma viagem de Turismo Social Sustentável. Pensei que o processo de planejar, pensar e executar esta viagem poderia me trazer muito aprendizado sobre o tema – e por que não compartilhar com o mundo? Da mesmo forma, pensei que um blog poderia abrir o canal para troca de experiências entre outras pessoas também interessadas neste tipo de turismo. E, mais ainda, poderia ampliar o número de pessoas que pretender fazer este tipo de turismo dentro e fora do Brasil.
  • Como posso contribuir?
    Comentando ou enviando emails. Você pode mandar dúvidas, sugestões, reclamações, críticas, idéias, experiências… Vamos dialogando e construindo um caminho para o turismo social sustentável no Brasil, que tal?

E além de tudo, o blog possui um layout muito bonito e gostoso de se navegar, e ótimas dicas de outros blogs.

Conheça!